O indivíduo e a organização na visão dos clássicos e humanistas
A Escola Clássica foi um reflexo das literaturas grego e latino, ressurgida, de certa forma, no Humanismo, movimento cultural italiano do século XIV, que se propagou pela Europa, em que predominou a partir dos séculos XV e XVI. Dentro da visão dos Classistas temos a escola de administração cientifica esta representada por Frederick Taylor cujo seu objetivo inicial estava voltado para eliminar os desperdícios nas indústrias americanas, e com isso visava alcançar maior produtividade e, como menores custos e melhores margens de lucro, enfrentar a crescente concorrência em todos os mercados. Para chegar ao seu objetivo, ele criou uma análise completa do trabalho na fábrica, inclusive dos tempos e movimentos, estabelecendo padrões de execução. Ele treinou os operários, especializou-os de acordos com as fases do trabalho, inclusive o pessoal de supervisão e direção; instalou salas de planejamento e organizou cada unidade, dentro do conjunto. Em contra partida logo após o pensamento de Taylor surge um segundo pensador Fayol.
Para Fayol, Administração não se refere apenas ao topo da organização: existe uma proporcionalidade da função administrativa, que não é privativa da alta cúpula, mas, ao contrário, se distribui por todos os níveis hierárquicos. Ele afirma que a Administração é questão de medida, de ponderação e de bom senso. Os princípios que regulam a empresa devem ser flexíveis e maleáveis, e não rígidos como acreditava Taylor, e com isso vem como segundo plano a divisão de trabalho; disciplina; unidade de comando; unidade de direção; subordinação dos interesses individuais ao interesse geral; remuneração justa ao pessoal; centralização; linha de autoridade; ordem; equidade; estabilidade do pessoal; iniciativa e; espírito de equipe.
Entendemos então, que tanto as teorias desenvolvidas por Taylor, quanto à de Fayol, sofreram críticas por serem teorias mecanicistas e, até mesmo, programadas para a exploração do trabalhador, como se fossem máquinas e estas teorias se propagou durante décadas, e hoje são aplicadas por varias empresas, em que de fato o que se espera de um indivíduo ao entrar em uma organização é que ele desenvolva seu trabalho sem desperdício de tempo. E para que essas teorias passem despercebidas pelos indivíduo, são usados alguns recursos que serão apresentados mais tarde pela Escola de Relações Humanas, que deixará de ter uma visão do indivíduo como mecanicista e passará a ter uma visão de valorização do individuo, o qual, será o centro de estudos, enquanto na Escola Clássica o trabalho e ó centro de estudos.
A escola humanista surge com idéia de existência de outros aspectos envolvendo a produtividade humana nas organizações, de natureza não mecanicista ou operacional. A partir da necessidade de humanizar e democratizar a administração; O desenvolvimento das chamadas ciências humanas entre outras, Surge então a Teoria das Relações Humanas que por sua vez vem defendendo seus ideais tendo como base o indivíduo sendo seu objeto de estudo.
Para os humanistas a Administração sofre uma revolução nos seus conceitos: a transferência dá ênfase antes colocada nas tarefas e na organização, para dá ênfase nas pessoas que trabalham ou participam das organizações.
Na Escola de Relações Humanas destacam-se quatro autores denominados transitivos tais eles são: Ordway Tead, Mary Parker Follett, Chester Bernard e Oliver Sheldon. Eles citam a Administração como uma arte na qual é um conjunto de atividades próprias de certo indivíduo (chefes) que tem missão de ordenar, caminhar e facilitar os esforços de um grupo de pessoas reunidas em uma organização, permitindo assim que todos participem das decisões tendo uma liderança mais participativa. Foi fundada por Mary Parker Follett que chegou a adotar os modelos clássicos e introduziu a Psicologia na Administração.
Enfim com já foi dito, na Escola de Relações Humanas o indivíduo passa a ser o centro dos estudos sendo mais valorizado e passando a não ser considerado mais uma máquina.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Filme O Terminal - Lingua Portuguesa
O Terminal é um filme americano de 2004, dirigido por Steven Spielberg. Tom Hanks interpreta o papel principal. O roteiro foi escrito por Sacha Gervasi e Jeff Nathanson, baseado numa história de Andrew Niccol e Gervasi. ,o filme conta a história de Viktor Novaski um homem que diante da promessa que fez ao seu pai, viaja de sua terra natal, Krakozhia, até os Estados Unidos. O filme permite analisar várias formas de comunicação e os problemas gerados quando não há compreensão dos códigos.A linguagem é vista como um código, como um conjunto de signos que combinam segundo regras, Viktor não conhecia tais regras, pois vinha de outra sociedade linguística, tendo, portanto muita dificuldade em se comunicar, qualquer pessoa seria capaz de transmitir uma mensagem, informação de emissor a um receptor que tenha um conhecimento antecipado desses códigos linguísticos.
Quando Viktor escuta o hino da sua pátria , ele vai a televisão para entender o que acontece em seu pais, mas pela falta de domínio do código local ele não consegue entender o que acontecia, mas mesmo assim Viktor entende pelo código não verbal, compreendido pelas imagens que a TV passava no momento.
Outro personagem aparece em situação semelhante de dificuldade de comunicação e está sendo confundido com um terrorista por estar transportando medicamentos para o seu suposto pai, e Viktor que veio do mesmo país que este segundo personagem compreende o código linguístico deste rapaz, estabelecendo comunicação através da fala e dos olhos e diz que os remédios são para o seu ‘’bode’’ e não para seu pai, percebemos então a comunicação mista, de palavras, gestos, sinais e que só existe quando há compreensão dos códigos utilizados, caso contrário a mensagem é transmitida e não haverá compreensão. A partir desse fato conseguimos esclarecer de fato os componentes da comunicação humana, veja o fragmento do filme abaixo:
Após esses fatos, e conseguindo já compreender o código local, Viktor enfrenta problemas dentro da sua casa/trabalho. Uma organização falida que é o aeroporto , que enfrenta problemas de recursos humanos, onde o poder de centralização do Gerente, faz com que ele saia da postura de administrador para o pessoal, tornando assim um ambiente desfavorável a sua CIA. Outro problema que esta na‘empresa’ é o radio peão, mais conhecido como fofoca; podemos assim ver mais nesse vídeo abaixo:
Este filme traz a mensagem de que o uso do código, que é a língua, é um fato social envolvendo naturalmente pessoas de identidade semelhantes, preestabelecidas e ajustadas para que a comunicação se realize de maneira clara.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Porquê Logadão?
Login no mundo da informática é o conjunto de caracteres que identifica uma pessoa perante um computador/sistema. Estar “logado” é ter efetuado o login e estar usando o computador
Rapidamente conseguimos expor para vocês o que significa, agora iremos introduzir o porquê disso tudo...
Com o constante avanço da tecnologia é impossível pensar num mundo sem computadores em uma empresa, e nós não seriamos diferentes.
A Logadão surgiu para que você professor ou aluno possa estar sempre logado com as oportunidades presentes em nossos links, seja ele, de emprego ou de assuntos diversos.
Contamos com a presença de todos e mais uma vez, seja bem vindo ao nosso blog.
Desde já sinta-se em casa, e como dizemos sempre para os nossos convidados...
Seja bem vindo...
Equipe Logadão
Adm. Matutino
Fac. Castro Alves
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